Natal, s. m. acto ou efeito de consumir; comprar; venda. ???
Ciccone German conta a história de um homem que, graças à sua imensa riqueza e à sua infinita ambição, resolveu comprar tudo o que estava ao seu alcance (...).
Comprou a ética e a moral, e nesse momento foi criada a corrupção.
Comprou a solidariedade e a generosidade - e então a indiferença foi criada.
Comprou a justiça e as suas leis - fazendo nascer na mesma hora a impunidade.
Comprou o amor e os seus sentimentos, e surgiu a dor e o remorso.O homem mais poderoso do mundo comprou todos os bens materiais que queria possuir e todos os valores que desejava dominar. Até que um dia, já embriagado por tanto poder, resolveu comprar-se a si mesmo.
Apesar de todo o dinheiro, não conseguiu realizar o seu intento. Então, a partir desse momento, criou-se a consciência da Terra, um único bem em que nenhuma pessoa pode colocar um preço: o seu próprio valor.
Paulo Coelho, O Valor e o Dinheiro, in Lux, 13 de Dez. 2004. (adaptado)


1 Comments:
bem...nunca vi uma pessoa assim como tu:)akedita mm no k te tou dizendo tens alta originalidade de escrita ond consegues a partida desta transmitir a boa pessoa que éx, ``espeçial´´;,adorei ter te conheçido:)por seres a pessoa que ex!kem dera a mim conseguir transmitir como tu akilo k tá por explodir***********beija grande do açoreano tiago_moniz**
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